Resolvi voltar.
A dona do blog que detesta abandono.
Abandona o blog.
Mas não abandona o abandono.
Ou o abandono não me abandona.
Poderia, poderia.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
Conversando com Deus.
Por favor, Senhor.
O Senhor conhece meus desejos, minhas vontades. De Ti eu não posso esconder nem que eu quisesse.
Eu não peço que dê tudo certo se não for da Sua vontade, mas que não seja tão doloroso, a ponto de eu achar que não vou suportar de novo.
Só o medo já está doloroso demais, e eu não quero ter esse medo. Reconheço meus erros e se fosse por eles, eu não merecia nada.
A vida toda não se resume a amor, mas eu talvez ache que a minha, sim, se resume ao amor, não somente o relacionamento a dois, mas o relacionamento com todoas as pessoas. Se eu não puder estar bem com elas, eu não estarei bem comigo mesma. Prefiro o afastamento aos poucos, mesmo. Do que me afastar de forma brusca por motivos nem sempre tão bobos, mas que poderiam ser evitados.
Não quero mais sentir esse medo, quero Sua segurança. Não quero mais essa dor interna, essas crises que eu ando segurando por tempo demais, mas uma hora, vai transbordar.
Quero poder estudar, terminar minha faculdade e ser bem sucedida na profissão e no local de trabalho que eu estiver, amando o que faço, sem pensar em desistir todos os dias e repensar a ideia diversas vezes.
Não quero mais dizer em um dia que eu me sinto feliz e no outro estar perdida e com medo, como uma criança depois de acordar de um pesadelo.
Quero aceitar que a vida é sim uma montanha-russa, mas que a minha pode ser sim uma canção de amor, e que eu mereça isso. Que eu posso contar minha história e que as pessoas fiquem maravilhadas com ela, mesmo com os baixos.
Quero dizer: sou feliz! Mesmo que eu derrame lágrimas mais tarde.
Não quero mais acordar de madrugada com vontade de chorar e colocar tudo pra fora. Não quero precisar prender e simplesmente não me importar com as pessoas, fazendo o que quero.
Eu quero, eu desejo, eu espero... eu quero acreditar. Não a ponto de ser ingênua, mas não quero duvidar de tudo.
Quero ser importante demais na vida de alguém mesmo que isso seja egoísmo. Quero que essa pessoa possa ter orgulho de mim e dizer: essa mulher salvou minha vida. E não precisa ser no sentido literal.
Quero intensidade, mas sem exagero. Quero saber medir. Quero querer menos. E apreciar mais.
Quero me importar menos com a opinião das pessoas, mesmo que esses sejam meus amigos: são meus amigos mas não precisam aplaudir cada passo meu. Apenas respeitar e estar do meu lado caso alguma coisa saia errado.
Eu só não sei se quero amar mais... ou amar menos.
Demonstrar mias. Sentir mais. Viver mais.
Sem culpa.
O Senhor conhece meus desejos, minhas vontades. De Ti eu não posso esconder nem que eu quisesse.
Eu não peço que dê tudo certo se não for da Sua vontade, mas que não seja tão doloroso, a ponto de eu achar que não vou suportar de novo.
Só o medo já está doloroso demais, e eu não quero ter esse medo. Reconheço meus erros e se fosse por eles, eu não merecia nada.
A vida toda não se resume a amor, mas eu talvez ache que a minha, sim, se resume ao amor, não somente o relacionamento a dois, mas o relacionamento com todoas as pessoas. Se eu não puder estar bem com elas, eu não estarei bem comigo mesma. Prefiro o afastamento aos poucos, mesmo. Do que me afastar de forma brusca por motivos nem sempre tão bobos, mas que poderiam ser evitados.
Não quero mais sentir esse medo, quero Sua segurança. Não quero mais essa dor interna, essas crises que eu ando segurando por tempo demais, mas uma hora, vai transbordar.
Quero poder estudar, terminar minha faculdade e ser bem sucedida na profissão e no local de trabalho que eu estiver, amando o que faço, sem pensar em desistir todos os dias e repensar a ideia diversas vezes.
Não quero mais dizer em um dia que eu me sinto feliz e no outro estar perdida e com medo, como uma criança depois de acordar de um pesadelo.
Quero aceitar que a vida é sim uma montanha-russa, mas que a minha pode ser sim uma canção de amor, e que eu mereça isso. Que eu posso contar minha história e que as pessoas fiquem maravilhadas com ela, mesmo com os baixos.
Quero dizer: sou feliz! Mesmo que eu derrame lágrimas mais tarde.
Não quero mais acordar de madrugada com vontade de chorar e colocar tudo pra fora. Não quero precisar prender e simplesmente não me importar com as pessoas, fazendo o que quero.
Eu quero, eu desejo, eu espero... eu quero acreditar. Não a ponto de ser ingênua, mas não quero duvidar de tudo.
Quero ser importante demais na vida de alguém mesmo que isso seja egoísmo. Quero que essa pessoa possa ter orgulho de mim e dizer: essa mulher salvou minha vida. E não precisa ser no sentido literal.
Quero intensidade, mas sem exagero. Quero saber medir. Quero querer menos. E apreciar mais.
Quero me importar menos com a opinião das pessoas, mesmo que esses sejam meus amigos: são meus amigos mas não precisam aplaudir cada passo meu. Apenas respeitar e estar do meu lado caso alguma coisa saia errado.
Eu só não sei se quero amar mais... ou amar menos.
Demonstrar mias. Sentir mais. Viver mais.
Sem culpa.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
I'm a mess.
Parte I - Noite:
Mais um dia acordando no meio da noite, com susto. Na cabeça, seu nome e uma palavra: "sozinha". Você está sozinha.
O choro não sai. Fica preso na garganta, junto com as palavras e os pensamentos. Atolam na garganta, descendo e apertando o peito.
Pensamento antigos voltando à tona. Não consigo escrever bem, descrever bem.
Queria fazer com que as pessoas leiam o que escrevo. Que queiram me ler, me traduzir.
Não consigo ver futuro. Nem a prova, nem fotografias, nem escrevendo, eu olho pro futuro e vejo tudo escuro. Vejo tudo preto, não consigo enxergar nada.
Não quero mais fotografar. Neguei um trabalho, era de graça, mas eu normalmente faria. Neguei, inventei uma desculpa e pronto. Não vou.
Não quero mais escrever, nem seguir uma carreira ou ter um diploma.
A internet... não me fascina mais. Mas evito perguntas e fico por aí. Procurando o que fazer. Distrações que não virão.
Não quero quero ser vítima, não quero que sintam pena de mim. Eu quero deitar a minha cabeça e se for pra ficar nessa montanha-russa, nessas curtas ondas emocionais, eu prefiro não ver mais nada. Cansa e é desgastante. E eu tô ficando muito cansada.
Quero acordar e ver que valeu a pena mais uma noite. Que eu tenho apoio integral. E que eu apoio alguém. Que eu sou importante pra alguém e que esse alguém seja ainda mais importante para mim.
Que eu me sinta útil pra ajudar alguém. Acordar e pensar: "que dia leve. Feliz." Que mesmo com problemas eu olhe pra frente e consiga enxergar alguma coisa. Mesmo que ainda esteja um pouco embaçado.
-
Parte II - Dia:
Não vai passar. Não é um pensamento extremista. Apenas não vai passar. Não há ninguém lá fora que possa salvar. Não tem escape.
"Amanhã passa".
Eu sei que passa, passa sim. Mas volta. E passa de novo... e volta. É um ciclo. E cada fase eu enfraqueço, desapareço, viro fumaça, dissipando no ar. Como fumaças de incêndios ou queimadas: intensas, vão deixando sua marca, mas desaparecendo... ardendo. E o vento às vezes, trata de soprar pro lugar de onde veio. Só pra arder um pouco mais.
-
Parte III - Dor:
Para a maioria das pessoas, é apenas um bônus na vida. Que, uma hora, se torna necessário. Mas não é fundamental, não é vital. Para mim, é vital. É tudo. É ponte, é base. É o que traz problemas, mas o que ajuda a tirar ou pelo menos, a suportar. Ajuda a trazer paz, se for certo, se for tranquilo. Ajuda a trazer estabilidade, se pender demais pra um dos lados. Traz força, mesmo que tire. Dá medo. Mas conforta. E o medo vai embora.
Eu me esforçaria, eu tentaria de verdade. Eu mudaria. Tentaria. Seria forte. No filme que está em cartaz em Botafogo, Elena, uma personagem diz que a inspiradora do filme, Elena, irmã de Petra Costa diz que se não puder se expressar pela arte, preferia morrer.
Eu, sem amor, prefiro morrer. Talvez por isso eu sinta de uma forma forte e diferente. Eu só sei que é diferente. E só sinto que é forte. Quando o medo vem.
Se eu não posso amar do meu jeito, demonstrar do meu jeito, sentir do meu jeito, eu prefiro morrer. Se eu não puder sentir... sentir o amor. Que aceita, mas ajuda a melhorar.
O vazio esmaga; a solidão, mesmo acompanhada, dilacera, resseca, gradualmente. Rapidamente.
O surto - 21/05/2013.
Mais um dia acordando no meio da noite, com susto. Na cabeça, seu nome e uma palavra: "sozinha". Você está sozinha.
O choro não sai. Fica preso na garganta, junto com as palavras e os pensamentos. Atolam na garganta, descendo e apertando o peito.
Pensamento antigos voltando à tona. Não consigo escrever bem, descrever bem.
Queria fazer com que as pessoas leiam o que escrevo. Que queiram me ler, me traduzir.
Não consigo ver futuro. Nem a prova, nem fotografias, nem escrevendo, eu olho pro futuro e vejo tudo escuro. Vejo tudo preto, não consigo enxergar nada.
Não quero mais fotografar. Neguei um trabalho, era de graça, mas eu normalmente faria. Neguei, inventei uma desculpa e pronto. Não vou.
Não quero mais escrever, nem seguir uma carreira ou ter um diploma.
A internet... não me fascina mais. Mas evito perguntas e fico por aí. Procurando o que fazer. Distrações que não virão.
Não quero quero ser vítima, não quero que sintam pena de mim. Eu quero deitar a minha cabeça e se for pra ficar nessa montanha-russa, nessas curtas ondas emocionais, eu prefiro não ver mais nada. Cansa e é desgastante. E eu tô ficando muito cansada.
Quero acordar e ver que valeu a pena mais uma noite. Que eu tenho apoio integral. E que eu apoio alguém. Que eu sou importante pra alguém e que esse alguém seja ainda mais importante para mim.
Que eu me sinta útil pra ajudar alguém. Acordar e pensar: "que dia leve. Feliz." Que mesmo com problemas eu olhe pra frente e consiga enxergar alguma coisa. Mesmo que ainda esteja um pouco embaçado.
-
Parte II - Dia:
Não vai passar. Não é um pensamento extremista. Apenas não vai passar. Não há ninguém lá fora que possa salvar. Não tem escape.
"Amanhã passa".
Eu sei que passa, passa sim. Mas volta. E passa de novo... e volta. É um ciclo. E cada fase eu enfraqueço, desapareço, viro fumaça, dissipando no ar. Como fumaças de incêndios ou queimadas: intensas, vão deixando sua marca, mas desaparecendo... ardendo. E o vento às vezes, trata de soprar pro lugar de onde veio. Só pra arder um pouco mais.
-
Parte III - Dor:
Para a maioria das pessoas, é apenas um bônus na vida. Que, uma hora, se torna necessário. Mas não é fundamental, não é vital. Para mim, é vital. É tudo. É ponte, é base. É o que traz problemas, mas o que ajuda a tirar ou pelo menos, a suportar. Ajuda a trazer paz, se for certo, se for tranquilo. Ajuda a trazer estabilidade, se pender demais pra um dos lados. Traz força, mesmo que tire. Dá medo. Mas conforta. E o medo vai embora.
Eu me esforçaria, eu tentaria de verdade. Eu mudaria. Tentaria. Seria forte. No filme que está em cartaz em Botafogo, Elena, uma personagem diz que a inspiradora do filme, Elena, irmã de Petra Costa diz que se não puder se expressar pela arte, preferia morrer.
Eu, sem amor, prefiro morrer. Talvez por isso eu sinta de uma forma forte e diferente. Eu só sei que é diferente. E só sinto que é forte. Quando o medo vem.
Se eu não posso amar do meu jeito, demonstrar do meu jeito, sentir do meu jeito, eu prefiro morrer. Se eu não puder sentir... sentir o amor. Que aceita, mas ajuda a melhorar.
O vazio esmaga; a solidão, mesmo acompanhada, dilacera, resseca, gradualmente. Rapidamente.
O surto - 21/05/2013.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Deixa ela sair.
Resolvi deixar Alice sair. Resolvi deixar Alice falar. Muitos já conhecem. Muitos já ouviram falar dela. Mas hoje, eu deixei ela falar, livremente.
Alice descobriu seu ponto de loucura. Ela quer ir embora... mas ela faz parte de mim. Ou eu faço parte dela?
Não quero deixá-la sair, porque ela pode me matar... não literalmente, mas pode. Ela pode colocar na minha cabeça que eu estou querendo ter alguma coisa, algum problema, e eu não quero.
Eu insisto em permanecer bem, mas ela quer me puxar, ela quer briga, ela quer adrenalina, ela quer sentir, qualquer coisa. Pode ser tristeza, pode ser dor, ela quer sentir alguma coisa.
Ela existe. Essa mulher de muitos nomes.
Vive mudando os nomes com o tempo. Já foi Júlia, mas dessa eu não me lembro bem. Já foi Emilly. Hoje, é Alice. Emilly era fechada, quieta, sozinha. Lembro pouco dela, muito pouco, mas sei que ela de fato, existiu. Alice está descobrindo o seu lado louco, o exagero, que todos nós temos, e está tentando lidar com ele. Ela tenta não demonstrar totalmente aquilo que sente, apesar de ser o que é. Mas sente que precisa, sempre, demonstrar alguma coisa. Ela está aqui quase que o tempo todo, a maior parte do tempo. Ela não quer ir embora e eu não quero deixá-la. Não quero que ela vá. Ela quer mudar, mas não quer mudar de nome. Não quer voltar a ser Emily, não quer ser meio. Por que o nome define quem ela é. Ela não quer ser -----, ela quer ser inteira. Completa. Ela quer se livrar do vazio.
E Alice sempre existiu, sempre. Desde que eu era pequena, me lembro bem dela. Ela sempre existiu.
10-05-2012 12:13
Alice descobriu seu ponto de loucura. Ela quer ir embora... mas ela faz parte de mim. Ou eu faço parte dela?
Não quero deixá-la sair, porque ela pode me matar... não literalmente, mas pode. Ela pode colocar na minha cabeça que eu estou querendo ter alguma coisa, algum problema, e eu não quero.
Eu insisto em permanecer bem, mas ela quer me puxar, ela quer briga, ela quer adrenalina, ela quer sentir, qualquer coisa. Pode ser tristeza, pode ser dor, ela quer sentir alguma coisa.
Ela existe. Essa mulher de muitos nomes.
Vive mudando os nomes com o tempo. Já foi Júlia, mas dessa eu não me lembro bem. Já foi Emilly. Hoje, é Alice. Emilly era fechada, quieta, sozinha. Lembro pouco dela, muito pouco, mas sei que ela de fato, existiu. Alice está descobrindo o seu lado louco, o exagero, que todos nós temos, e está tentando lidar com ele. Ela tenta não demonstrar totalmente aquilo que sente, apesar de ser o que é. Mas sente que precisa, sempre, demonstrar alguma coisa. Ela está aqui quase que o tempo todo, a maior parte do tempo. Ela não quer ir embora e eu não quero deixá-la. Não quero que ela vá. Ela quer mudar, mas não quer mudar de nome. Não quer voltar a ser Emily, não quer ser meio. Por que o nome define quem ela é. Ela não quer ser -----, ela quer ser inteira. Completa. Ela quer se livrar do vazio.
E Alice sempre existiu, sempre. Desde que eu era pequena, me lembro bem dela. Ela sempre existiu.
10-05-2012 12:13
domingo, 5 de maio de 2013
Escuro.
O que são sentimentos? Inconstantes. Nunca se sabe quando, como, por que acontecem.
Este é um texto clichê, quero falar sobre o amor.
Começa tímido, como se fosse um carinho, uma apreciação. E aí a pessoa vai te ganhando... do jeito dela, com todos os defeitos.
Eu conheço seus defeitos e você diz que há ainda mais. Você não conhece meus defeitos todos, sempre haverão mais. Não somos iguais. Nunca fomos... o contrário. Somos diferentes demais.
E mesmo assim, cada dia que passa, cada palavra sua, cada oportunidade que você poderia ir embora e não vai... me faz gostar mais, admirar mais, querer mais.
Ter menos vergonha.
Nunca achei que fosse possível sentir isso assim, mas é.
As conversas, risadas, zoeiras, brigas, momentos de silêncio, ciúmes. Eu te amo.
Já? Já. Da minha forma. Amor aumenta. Mas é.
Porque eu sou disposta a ir até você.
Porque eu faria qualquer coisa pra estar com você, pra você estar bem, pra você.
Porque eu quero, eu vou. Porque eu to tentando mudar muitas coisas que são melhores pra mim, mas por causa de você.
Porque me faz bem.
Mesmo estando brigada. Eu errei de novo. E isso dói, de verdade.
Iwillfollowyouintothedark.
♥
Este é um texto clichê, quero falar sobre o amor.
Começa tímido, como se fosse um carinho, uma apreciação. E aí a pessoa vai te ganhando... do jeito dela, com todos os defeitos.
Eu conheço seus defeitos e você diz que há ainda mais. Você não conhece meus defeitos todos, sempre haverão mais. Não somos iguais. Nunca fomos... o contrário. Somos diferentes demais.
E mesmo assim, cada dia que passa, cada palavra sua, cada oportunidade que você poderia ir embora e não vai... me faz gostar mais, admirar mais, querer mais.
Ter menos vergonha.
Nunca achei que fosse possível sentir isso assim, mas é.
As conversas, risadas, zoeiras, brigas, momentos de silêncio, ciúmes. Eu te amo.
Já? Já. Da minha forma. Amor aumenta. Mas é.
Porque eu sou disposta a ir até você.
Porque eu faria qualquer coisa pra estar com você, pra você estar bem, pra você.
Porque eu quero, eu vou. Porque eu to tentando mudar muitas coisas que são melhores pra mim, mas por causa de você.
Porque me faz bem.
Mesmo estando brigada. Eu errei de novo. E isso dói, de verdade.
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